13ª Semana (SE) de gravidez
13ª Semana (SE) de gravidez
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Certificado por obstetra

13ª Semana (SE) de gravidez

Na 13ª SE começa o quarto mês e, por sua vez, o segundo trimestre da gravidez. A idade real do bebé é de umas onze semanas: a diferença em relação ao tempo estimado de gravidez deve-se ao modo particular de calculá-lo, pois conta-se a partir do primeiro dia da última menstruação.

Começa uma etapa tranquila, tanto para a mãe como para o bebé. Ele cresce e os seus órgãos internos amadurecem. É nesta altura que muitas mulheres descobrem a parte agradável da gravidez. Os desconfortos dos primeiros meses (cansaço, vómitos, náuseas e vontade de urinar) praticamente desaparecem.

Ina Ilmer
de Ina Ilmer
Parteira e Mãe
Seg, 2019-02-25 13:17 Wed, 04/17/2019 - 16:05


A maioria das grávidas vivem o segundo trimestre como uma fase de recuperação. Durante os próximos meses poderão usufruir de várias atividades de lazer, desportos e viagens que não exigem grande esforço físico.

O bebé na 13ª SE

Neste momento o bebé mede entre seis e sete centímetros e pesa entre 18 e 23 gramas, aproximadamente. Durante as próximas semanas o feto desenvolverá a sua estatura e o seu peso de uma forma cada vez mais individual.

A partir de agora, a gravidez consiste, basicamente, num crescimento constante para o bebé e na maturação dos seus órgãos, músculos e ossos. Na 13ª SE o crescimento da cabeça e do corpo começa-se a sincronizar, de modo que as proporções finais do bebé já são percetíveis. Os intestinos deslocam-se para a posição correta e o bebé defeca pela primeira vez. O pâncreas reage à nova atividade do bebé e começa a produzir insulina.

Na 13ª SE avança a transformação da cartilagem em ossos. A ossificação definitiva do esqueleto, no entanto, estende-se até à adolescência. Nos longos ossos tubulares que compõem a extremidade superior e inferior, a ossificação começa no centro do osso e avança lentamente em direção às extremidades. Quando esse processo chega ao fim, considera-se que o crescimento do bebé acabou.

Os ossos do crânio já estão presentes, mas só se fecharão por completo nos primeiros anos de vida. Isso ocorre por uma dupla razão: por um lado, o cérebro da criança ainda precisa de muito espaço para crescer e, por outro lado, a estrutura craniana flexível é o que também permite ter um parto natural. Durante esta semana, na ecografia, pode ver-se claramente o esqueleto do bebé.

A partir de agora, os ossículos do ouvido também se ossificam. Começa a ouvir sons e a reagir a eles, especialmente, à música. Embora os olhos não se abram até à 26ª semana de gestação, o bebé reage à luz clara que entra pela barriga da mãe, em forma de um tom avermelhado suave.

Na 13ª SE, nas meninas, aparecem nos seus ovários até dois milhões de óvulos. Este número reduz-se a metade ao nascer e, aos 17 anos, ela terá apenas cerca de 200.000 óvulos.

Conselho: Muitos dos exames de diagnóstico pré-natal só podem ser feitos até ao fim da 14ª SE.

As cordas vocais também se formam durante esta semana. Sobre o lábio superior e as sobrancelhas surge o primeiro pelo, que por agora, é extremamente fino. Até à 16ª semana, o chamado lanugo cobre o corpo todo do feto. Este tipo de penugem fina e sebácea (também conhecido como vérnix caseosa) presente nas glândulas sebáceas do cabelo, protege a pele do bebé contra o amolecimento causado pelo líquido amniótico, contra a pressão, o som e as vibrações. Pouco antes de nascer, o lanugo desprende-se do corpo todo, exceto das pestanas, sobrancelhas e da cabeça. Na verdade, alguns bebés não perdem esta primeira camada protetora até aos primeiros dias de vida.

As impressões digitais do bebé já estão perfeitamente marcadas. Ele boceja, franze a testa e chucha no dedo. Também se apercebe dos mimos que chegam do exterior e reage aos toques suaves através do chamado reflexo de busca que será o responsável para o bebé procurar o peito da mãe, depois de nascer.

A mãe: começa-se a notar a gravidez

A maioria das mães, na 13ª SE, pode respirar fundo e aproveitar a gravidez. Se superaram o desconforto do primeiro trimestre, agora, as dificuldades causadas pelo crescimento do bebé podem ser controladas facilmente.

Neste momento, os outros, começam a notar a gravidez. O útero cresce além da pélvis e da cavidade abdominal, o que tem um efeito positivo sobre a mãe: reduz-se a pressão do útero sobre a bexiga e, assim, a constante necessidade de urinar, algo que foi tão frequente durante o primeiro trimestre. Se o ginecologista verifica que esta mudança ainda não ocorreu, não se preocupe, em muitas mulheres o útero não se desloca para a sua posição final até ao quarto mês de gravidez.

A mãe apercebe-se do crescimento do útero através de pequenas sacudidas (esticões) no abdómen. Esses desconfortos podem alivar-se com exercícios de relaxamento, como Tai Chi ou Yoga. A barriga começa-se a notar e as primeiras curvas aparecem de um momento para o outro. Nesta fase da gravidez o feto já percebe a voz e os mimos, momento em que a mãe estabelece, conscientemente, o primeiro contato físico com o bebé.

Os seios começam a produzir uma substância prévia ao leite materno: um colostro altamente gorduroso será o primeiro alimento que o recém-nascido recebe, antes que o corpo da mãe produza o verdadeiro leite materno. Na pele da barriga e dos seios podem aparecer as primeiras estrias da gravidez, as quais se combatem facilmente com a utilização de produtos específicos e antiestrias.

As massagens com amassamento, bem como o uso de óleos de massagem suaves, são práticas muito benéficas que favorecem a elasticidade da pele. Para isso, recomenda-se não usar óleos etéreos (hortelã, cânfora ou alecrim, entre outros), pois muitos médicos acreditam que podem causar contrações ou até mesmo serem tóxicos para o bebé. No entanto, para as mulheres grávidas que não tiveram contrações prematuras ou outros problemas durante a gravidez, às vezes, recomenda-se-lhes usar alecrim para estimular a circulação.

Em relação ao aumento de peso causado pela gravidez, durante o primeiro trimestre, a mulher costuma ganhar entre 1,2 e 2 quilos. Durante os meses seguintes, o peso corporal aumenta rapidamente e, no fim da gravidez, a mãe vai ter entre dez e doze quilos a mais do que antes da gravidez. Estes são dados orientativos e, normalmente, não há necessidade de se preocupar se exceder estas médias: no caso de o peso se aproximar a valores críticos, o médico ou a parteira vão saber como intervir, a tempo, procurando as causas e a solução.

Conselho: A partir deste momento até ao fim da gravidez, normalmente, a mulher pode viajar e levar uma vida ativa sem problemas.

A necessidade nutricional das grávidas aumenta, mas isso não significa que "devem comer por dois". O consumo de energia necessário na 13ª SE é de cerca de 2.200 quilocalorias por dia e aumenta para as 2.500 quilocalorias no fim da gravidez. Com 250 quilocalorias extra por dia (que são duas frutas, por exemplo) cobre perfeitamente a exigência da criança até ao fim da gravidez.

A partir da 13ª semana, o desenvolvimento do bebé já não está condicionado pelo consumo de ácido fólico, mas muitos médicos acreditam que este suplemento (0,4 miligramas por dia) também pode favorecer o bem-estar da mãe. De facto, provou-se, que os ácidos gordos Ómega-3 não saturados contribuem para o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso, tanto da criança como da mãe. Estes ácidos encontram-se em peixes, mariscos e vários óleos vegetais, bem como em alguns suplementos especiais.

Acontece, frequentemente, que até esta altura, os futuros pais ainda não têm plena consciência da gravidez e de tudo o que ela implica. É agora que o progenitor começa a perceber as mudanças físicas que se produzem na sua companheira, e ela, finalmente, sente-se bem depois dos complicados primeiros meses.

Diagnóstico pré-natal: caso seja necessário chegou o momento de o fazer

As consultas de diagnóstico pré-natal como a medição da translucência nucal ou a biópsia das vilosidades coriónicas realizam-se, normalmente, entre a 11ª e a 14ª semana de gravidez. A amniocentese faz-se entre a 16ª e 20ª semana, embora em alguns casos seja possível fazê-la antes.

No caso de uma gravidez de alto risco ou da existência de riscos médicos, a segurança social cobre os custos dessas consultas. Os exames ginecológicos regulares da mãe e do bebé são programados mensalmente até ao sexto mês de gestação e, posteriormente, em intervalos mais curtos, de 15 dias ou menos.

Resumo da 13ª (SE) semana de gravidez
Na 13ª SE começa o segundo trimestre de gravidez e, com ele, uma fase de descanso e recuperação para a mãe.
As dificuldades do primeiro trimestre já foram superadas. Para a maioria das mulheres, começa, agora, uma fase de equilíbrio físico e emocional.
Nas próximas semanas já poderá desfrutar, sem limitações, de atividades de lazer, desportos e viagens.
Certificado por obstetra

Este artigo foi revisto pela nossa equipa de profissionais.

 
 
Primeiro dia do último período
 
Duração do ciclo
Dias
 

A data de nascimento calculada é*

 
 
 
 
 
 
 

*É claro que, muitos bebés não têm uma data prevista para o nascimento. A maioria nasce dentro de um período de duas semanas antes ou depois. O obstetra poderá determinar com maior precisão a data do nascimento no decorrer da gravidez.

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